Perguntas e respostas
O custo da certificação depende de uma série de fatores tais como o tamanho da empresa / organização, a abrangência desejada para o escopo da certificação, a complexidade de seus processos operacionais, a localização da organização, a quantidade e localização dos locais de operação etc. Há uma recomendação do IAF – International Accreditation Forum no sentido de estimar o custo será avaliado com base em uma tabela de homens-hora necessários para realizar a auditoria. O orçamento será levantado com base nas características básicas da organização.
Procure a seção de Downloads no nosso site. Baixe o formulário Imp 001 - Formulário de solicitação de certificação e orçamento para SGQ. Preencha-o com os dados da sua empresa / organização e envie-o como anexo através do formulário. Em caso de dúvidas sobre o preenchimento ligue para (11) 3031-7000 ramal: 206 ou envie sua dúvida através do formulário de contato neste site.
Com base na Solicitação de Orçamento, elaboramos uma proposta. Depois da aprovação dessa proposta, já temos um noção clara da quantidade de dias necessários para realizar a auditoria e das eventuais viagens necessárias. De acordo com a norma ABNT NBR/ISO 17021 a auditoria inicial deve ser feita em duas fases e a primeira delas pode requerer uma visita ao local a ser auditado. Devemos contar, ainda com eventuais dificuldades de agendamento entre as partes envolvidas e com eventos ocorrências imponderáveis decorrentes dos resultados da auditoria tais como a quantidade e a gravidade das não conformidades encontradas. De um modo geral, pode-se prever um período de duas a oito semanas após a aprovação do orçamento. Para maiores informações sobre o processo de certificação consulte a página Processo de Certificação deste site.
O desdobramento da auditoria inicial em duas fases permite que o Organismo de Certificação possa avaliar o grau de preparação da empresa / organização para receber a certificação antes de iniciar a fase da auditoria mais intensiva em recursos. Isso pode economizar tempo e dinheiro para a empresa / organização a ser auditada. Em função da fase 1 da auditoria pode-se, por exemplo, recomendar que a empresa implemente alguma ação corretiva significativa antes de agendar a fase 2. Principais aspectos examinados na fase 1: Manual da Qualidade e Documentação do SQ, realização e documentação da Análise Crítica do SQ, realização e documentação de auditorias internas. Dados coletados na fase 1 permitem, também, planejar em maiores detalhes a realização da fase 2. Para isso se faz um levantamento das atividades realizadas em outras localidades quando for o caso.
Não. Visando compatibilizar seus procedimentos com o IAF, o INMETRO eliminou o conceito de não conformidades maiores ou menores. Tendo sido registradas não-conformidades na auditoria de certificação, estas precisarão ser tratadas através de ações corretivas independentemente de sua gravidade. A certificação será concedida apenas depois que o OCS examinar e aceitar as evidências da implementação das ações corretivas. A análise das ações corretivas poderá envolver uma auditoria in loco ou poderá implicar apenas em análise documental. Nas auditorias de supervisão será apenas avaliada a eficiência das ações corretivas. Com relação às não-conformidades registradas nas auditorias de supervisão pode-se, no entanto, determinar que as ações corretivas correspondentes possam ser avaliadas na próxima auditoria, caso elas não representem ameaças muito grande para os clientes.
Na auditoria de Certificação podem ocorrer os seguintes casos:
De qualquer forma, a certificação só será concedida quando não houver mais não conformidades pendentes.
Embora durante muito tempo alguns Organismos de Certificação tenham usado esses conceitos, nem a norma ABNT NBR/ISO 9001 e nem a norma ABNT NBR/ISO 17021 – Avaliação da Conformidade - requisitos para organismos que fornecem auditoria e certificação de sistemas de gestão apresentam definições para não-conformidades maiores / menores. A norma NBR ISO 19011 – Diretrizes para auditorias de sistemas de gestão da qualidade e / ou ambiental, no entanto, faz uma breve menção no item 6.5.5 sobre a possibilidade de se graduar não-conformidades.
É lícito, portanto, imaginar que não-conformidades maiores seriam aquelas que comprometam mais seriamente o Sistema de Gestão da Qualidade. Como esse sistema se baseia no modelo PDCA (Plan, Do, Check, Act) foi estabelecido um consenso de que as não conformidades maiores seriam aquelas que comprometam o funcionamento desse modelo. Estamos falando, então, de falhas que prejudiquem a melhoria contínua ou que permitam que produtos ou serviços não conformes cheguem aos clientes finais.
Sim. As empresas / organizações têm a possibilidade de certificar apenas aqueles escopos que têm reflexos mais significativos para seus negócios. É relativamente comum, por exemplo, casos de empresas industriais que certificam os serviços de assistência técnica.
Descreva da forma mais simples e fidedigna possível. É importante discriminar tipos de atividades de natureza diversa como, por exemplo, atividades de fabricação e atividades de serviço. Na seção de Downloads do nosso site disponibilizamos a relação dos códigos NACE – Nomenclatura de Atividades Comunidade Européia e sua correspondência com os códigos do IAF. Essa lista ajuda-o a classificar as atividades da sua empresa / organização por grupos de escopos. Na escolha de um Organismo de Certificação, verifique se seus escopos de credenciamento cobrem todas as atividades que sua empresa / organização quer certificar.
O preço é, evidentemente, um fator importante para a escolha de um Organismo de Certificação, mas não é o único e seguramente não é o mais importante. O primeiro critério deve ser a Qualificação do Organismo de Certificação para atuar nos escopos de seu interesse. O INMETRO mantém em seu site uma relação dos Organismos de Certificação Credenciados e de seus respectivos escopos de credenciamentos. É conveniente verificar, também, se o Organismo sofreu penalidades impostas pelo INMETRO, como suspensão ou cancelamentos. Essas penalidades impostas ao OCS podem pesar contra sua empresa /organização. Outros critérios importantes são aqueles estabelecidos pela norma ABNT NBR / ISO 17021, quais sejam: a competência, a imparcialidade, a transparência, e a confidencialidade. Se o OCS tem boa avaliação conforme esses critérios, dificilmente ele receberá sanções do INMETRO. Embora sejam características difíceis de avaliar à distância, a análise de como o Organismo de Certificação se apresenta aos seus clientes pode trazer algumas pistas importantes. Se sua empresa / organização está na fase de re-certificação, lembre-se que esta é uma oportunidade para avaliar os serviços prestados. O serviço de certificação não consiste apenas em fazer auditorias e apresentar relatórios!
Embora seja um Organismo de Certificação relativamente novo a FDTE / Certificação pertence a uma organização com cerca de quarenta anos de atividade, a FDTE – Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia. A FDTE é uma fundação de direito privado, sem fins lucrativos dedicada à prestação de serviços tecnológicos de pesquisa e desenvolvimento e de serviços especializados (INOVATA) e de educação continuada, principalmente na área de engenharia (Educare e Poli-Integra). Sua longa e bem sucedida existência lhe assegurou a competência na área de serviços, confidencialidade no relacionamento com seus clientes e imparcialidade na condução de questões tecnologicamente complexas e envolvendo muitos interesses. Sua estrutura como fundação de direito privado sem fins lucrativos lhe granjeou transparência no processo de gestão.
Todos os certificados emitidos pela FDTE / Certificação ou por qualquer outro OCS acreditado pelo INMETRO são reconhecidos internacionalmente. Isso porque o INMETRO é filiado ao IAF a entidade internacional que agrega os organismos nacionais de avaliação de conformidade.
A pré-auditoria é, de fato, uma auditoria de primeira parte. Ela é executada por um Organismo de Certificação acreditado, mas não tem o caráter de uma Auditoria de Certificação. Para a empresa / organização que busca a certificação ela propicia a oportunidade de avaliar previamente o seu Sistema de Gestão da Qualidade com os mesmos critérios e com o mesmo rigor da auditoria de certificação, porém, sem a carga emocional que cerca uma auditoria de certificação. As não-conformidades apontadas na pré-auditoria permitem que a empresa / organização implante as ações corretivas e vá para a auditoria de certificação com mais confiança.
Infelizmente isso pode acontecer. O processo de auditoria envolve amostragens e, assim sendo, é possível que na auditoria de certificação sejam examinados documentos não conformes que não foram selecionados na pré-auditoria. Não é de se esperar, todavia, que sejam encontradas não-conformidades maiores, como por exemplo, a não realização de auditorias internas ou de análise crítica do Sistema de Gestão da Qualidade.
A re-certificação é o processo de certificar uma empresa / organização no final de um contrato de certificação, que na FDTE / Certificação tem a vigência de três anos. O processo de re-certificação envolve uma negociação sobre custo dos serviços, a realização de uma auditoria de re-certificação, a deliberação sobre a certificação e finalmente a assinatura do novo contrato. O novo contrato deve ser firmado antes do encerramento do contrato antigo.
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