MBA EM
Engenharia de fatores humanos, saúde mental, aplicações de IA em gerenciamento de riscos

30x de R$ XXX,00
Valor da Inscrição: R$ XXX,00

* Valor reajustado anualmente IPCA, acumulado 12 meses.

INSCRIÇÕES EM BREVE

Engenharia de fatores humanos, saúde mental, aplicações de IA em gerenciamento de riscos

30x de R$ XXX,00
Valor da Inscrição: R$ XXX,00.
Valor do curso: R$ XXXX,00

* valor reajustado anualmente pelo IPC (FIPE), acumulado 12 meses.

ÚLTIMAS VAGAS

Engenharia de fatores humanos, saúde mental, aplicações de IA em gerenciamento de riscos
Engenharia de fatores humanos, saúde mental, aplicações de IA em gerenciamento de riscos
Especialização em Higiene Ocupacional – EAD

Resumo:

Engenharia de fatores humanos, saúde mental, aplicações de IA em gerenciamento de riscos

PÚBLICO ALVO

Graduados de nível superior, com interesse em higiene ocupacional, segurança do trabalho, gerenciamento de riscos e aplicações da IA a estas áreas.

OBJETIVO

O crescente interesse da comunidade por higiene, saúde, segurança do trabalho e mais recentemente por aplicações da IA nestas áreas, geraram consultas sobre cursos orientados a estes temas. O curso integra muitas das sugestões de ex-alunos e outros interessados, integrando os conceitos destas áreas de conhecimento.

Informações sobre o curso
Início do Curso

Início: 1o. trimestre de 2027.
Abril a setembro, 6 meses, 180h

Metodologia: a mesma usada nos cursos de HO e EST.

Cronograma

Disciplina 1 – abril, 3 aulas por semana , 2ª., 4ª., 6ª até completar as 10; 20h às 21h30min

Disciplina 2 – maio, 3 aulas por semana , 2ª., 4ª., 6ª até completar as 10; 20h às 21h30min

Disciplina 3 – junho, 3 aulas por semana , 2ª., 4ª., 6ª até completar as 10; 20h às 21h30min

Disciplina 4 – julho, 3 aulas por semana , 2ª., 4ª., 6ª até completar as 10; 20h às 21h30min

Disciplina 5 – agosto, 3 aulas por semana , 2ª., 4ª., 6ª até completar as 10; 20h às 21h30min

Disciplina 6 – setembro, 3 aulas por semana , 2ª., 4ª., 6ª até completar as 10; 20h às 21h30min

Conteúdo das disciplinas

Os temas podem ser em menor número (<10), com várias aulas usando o mesmo tema, ou podem ser em maior número (>10), com vários temas numa mesma aula.

As aulas são em número de 10, mas os temas podem ser em número menor que 10 ou maior de 10. Cada professor define.

Disciplina 1 - 30h, Conceitos sobre gerenciamento de riscos operacionais - Sergio

Tema 1 – Abordagem do risco na segurança do trabalho e na higiene ocupacional. Desvios, não conformidades, condições perigosas (“hazards”), ameaças (“threats”), perigo (“danger”), dano (“damage”) e dano físico (“harm”).

Tema 2 – Incidente, acidente, quase acidente, risco e segurança. Normas NR, ISO 31 000 e ISO 45 000

Tema 3 – Controles, barreiras ou defesas. Hierarquia de controles. CER.

Tema 4 – Teorias de incidentes. Pirâmides

Tema 5 – Expandindo o conceito de risco. Percepção e reação. Lacuna de percepção

Tema 6 – Exercícios de cálculo de risco e tomada de decisão. Parâmetros objetivos

Tema 7 – Exercícios de cálculo de risco e tomada de decisão. Parâmetros subjetivos.

Tema 8 – Afinal quão arriscado é assumir um risco? ALARP. Cultura de segurança e taxas de acidentes. Curvas de Bradley e de Sarkus. Jornadas de maturidade. GMIRM

Tema 9 – Análise crítica de matrizes de risco.

Tema 10 – Revisão conceitual.

 

Bibliografia

1 – How to Measure Anything. Finding the Value of “Intangibles” in Business. Second Edition, DOUGLAS W. HUBBARD, John Wiley & Sons, Inc.

2 – Wigle DT, Lanphear BP (2005) Human Health Risks from Low-Level Environmental Exposures: No Apparent Safety Thresholds. PLoS Med 2(12): e350

3 – CETESB. NORMA TÉCNICA P4.261. 2ª Edição. Dez/2011. 140 páginas

Risco de Acidente de Origem Tecnológica – Método para decisão e termos de referência.

4 – Eston, S.M.; Martins ,A. I. S. Conceitos definidos. Revista Proteção. Novembro 2010. p. 86 a 90.

5 – ABNT NBR ISO 31000:2009, 2018 – Gestão de riscos – Princípios e diretrizes. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Normas Técnicas.

6 – Segurança e Medicina do Trabalho. Normas Regulamentadoras (NR) aprovadas pela Portaria no 3.214, de 8 de Junho de 1978. MTE.

7 – ESTON, S. M.; IRAMINA, W. S.; MARTINS, A. I. S. Avaliação completa. Revista Proteção, p.82-86, edição 281, ano XXVIII, Maio 2015.

8 – Kopeik, D. How risky is it really? McGraw Hill. 2010.

9 – Rohm, D. G. e Tirelli, M. A. editores. OHS – Occupational Safety and Health Management. RiMa Editorial. 2024.

10 – Geisert, J.; Kiefer, M.; Gunther, B. Don´t forget the worker. ACGIH. 2024. ISBN 978-1-607261-71-1.

Disciplina 2 - 30h, Erro humano, confiabilidade humana e saúde mental - Ana Russo, Renata,

Tema 1 – Introdução ao Ambiente Organizacional e os Erros Humanos (A. Russo e R. Stellin)

Tema 2 – Introdução à Confiabilidade e Fundamentos da Análise de Confiabilidade Humana (HRA) (A.Russo )

Tema 3 – Hierarquia de controles e os Tipos de decisão e os reflexos no ambiente de trabalho (R.Stellin)

Tema 4 – Métodos de Primeira e Segunda Geração (HRA-1G) (HRA-2G) (A.Russo )

Tema 5 – Elementos da Roda de Nertney e erros associados (R.Stellin)

Tema 6 – Métodos Baseados em Fuzzy Logic e Inteligência Computacional( A.Russo)

Tema 7 – Integração entre Fatores Humanos e Confiabilidade Operacional (A. Russo)

Tema 8 – Acidentes envolvendo a Saúde Mental os Fatores Humanos (R.Stellin)

Tema 9 – Modelagem Funcional e Interações (FRAM e CREAM integrados) (A.Russo)

Tema 10 – Apresentação dos alunos e síntese (A.Russo e R.Stellin)

 

Bibliografia

1- REASON, J. Human Error. Cambridge University Press, 1990.

 

2- HOLLNAGEL, E. Barriers and Accident Prevention. Aldershot: Ashgate, 2004.

 

3- HOLLNAGEL, E. Resilience Engineering: Concepts and Precepts. Aldershot:

Ashgate, 2006.

 

4- SALAS, E.; DEKKER, S.; FLAIN, R. et al. Human Factors in High-Risk

Environments. Academic Press, 2010.

 

5- DUL, J.; WEERDMEESTER, B. Ergonomics for Beginners: A Quick Reference

Guide. 3rd ed. CRC Press, 2008.

 

6- SANDERS, M. S.; McCORMICK, E. J. Human Factors in Engineering and

Design. 7th ed. McGraw-Hill, 1993.

 

7- STANTON, N. et al. Human Factors Methods: A Practical Guide for Engineering

and Design. CRC Press, 2005.

 

8- GUY, H.; WIENER, E. L. Human Factors in Aviation. 2nd ed. Academic Press,

2010.

 

9- RASMUSSEN, J. Information Processing and Human-Machine Interaction: An

Approach to Cognitive Engineering. North-Holland, 1986.

 

10- LEVESON, N. G. Engineering a Safer World: Systems Thinking Applied to

Safety. MIT Press, 2011.

 

11- DEKKER, S. The Field Guide to Understanding Human Error. 3rd ed. CRC

Press, 2014.

 

12- CARAYON, P. (ed.). Handbook of Human Factors and Ergonomics in Health

Care and Patient Safety. 2nd ed. CRC Press, 2011.

 

13- HENDRICK, H. W.; KLEINER, B. M. Macroergonomics: Theory, Methods, and

Applications. CRC Press, 2001.

 

14- NOGUEIRA, D. P.; VIEIRA, G. Ergonomia e Projeto na Engenharia de

Produção. Elsevier, 2012.

Disciplina 3 - 30h, Introdução às ferramentas de análise de riscos – Sergio, Ana Russo, Marinho

Tema 1 – Ferramentas da família Take Five e Ferramentas da família JSA (“Job safety analysis”)

Tema 2 – Ferramenta WRAC (‘Workplace risk analysis and control”) e Ferramenta FMECA (“Failure modes, effects and criticality analysis”)

Tema 3 – HAZOP (“Hazard and operability”), HAZID (“Hazard Identification”), HRN (“Hazard Rating Number”)

Tema 4 – FTA (“Árvore de Falhas“), LTA (“Árvore lógicas”), ETA (“Árvore de eventos”), Árvore de Causas

Tema 5 – BTA (Bowtie analysis”) com probabilidades

Tema 6 – Ferramentas: SWIFT (What If), LOPA, Diagrama de Ishikawa, MORT

Tema 7 – Ferramentas: KAIZEN, KYT, SWOT, 5W/2H, Gemba Walks

Tema 8 – Ferramentas: TPM, CAPTO, Seleção de ferramentas

Tema 9 – Associação de ferramentas.

Tema 10 – Revisão

 

Bibliografia

 

ABNT NBR ISO 31000:2009 – Gestão de riscos – Princípios e diretrizes. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Normas Técnicas, 2009b.

 

British Standards Institution – BSI. Occupational health and safety management systems – specification – OHSAS 18001, London, 2007. 

Celeste, Jacinto. Work Accidents Investigation Technique User’s Manual. Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Portugal, 2009.

 

Enciclopedia de Salud y Seguridad en el Trabajo. Conceptos del Analisis de Accidentes. 2006.

Gano, Dean L. Apollo Root Cause Analysis. Apollonian Pubns, Australia. 2008.

Joy, J. “Risk Management Integration and Decision Making in the Mineral Industry”,    Proceedings of the NSW Mining Industry Occupational Health and Safety Conference, Terrigal, 2000

 

.    Lees, Frank. Lees’ Loss prevention in the process industries: Hazard identification, assessment and control. Butterworth-Heinemann, 2012.

 

Leveson, Nancy G. Safety Science, vol. 42, nº. 4, April 2004, pp. 237-270.

 

Reason, James and Hobbs, Alan. Managing Maintenance Error – A Practical Guide. England, Ashgate Publishing Company, 2003

Segurança e Medicina do Trabalho. Normas Regulamentadoras (NR) aprovadas pela Portaria no 3.214, de 8 de Junho de 1978. São Paulo, Atlas, 54ª ed., 2004.

 

Sutton, Ian. Process Risk and Reliability Management – Operational Integrity Management. Elsevier Inc., USA, 2010.

 

Buys, J.R. and Clark, J.L. Events and Causal Factors Analysis. IdahoTechnical Research and Analysis Center Scientech Inc., USA, 1995. Disponível em:  http://www.ceet.niu.edu/depts/tech/asse/tech482/trac14.pdf.  Acesso em 8.jun.2010.

 

Celeste, Jacinto and Aspinwall, Elaine A.  Work Accidents Investigation Technique (WAIT) – PART I. Disponível em:  http://ssmon.chb.kth.se/vol7/4-2.pdf.    Acesso em 07.jun.2010

City of Spokane Risk Management & Safety Manual. Disponível em: www.spokanerisk.org/…/A%205%20Accident%20Investigation%20.doc.  Acesso em 18.ago.2011.

 

Eppenberger, Marius. Older Construction Workers: a Study of Related Injuries, Underlying Causes and Estimated Costs.2008. Disponível em: http://mentalmodels.mitre.org/cog_eng/reference_documents/hazard%20and%20barrier%20analysis%20guide.pdf.   Acesso em 12.jul.2011.

 

Gandra, João Jorge, Ramalho, Wanderley e Marques, Antônio Luiz. Configurações das investigações e análise de acidentes, Trabalho apresentado no XI SIMPEP – BAURU, São Paulo, 2004. Disponível em: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAyksAE/configuracoes-das-investigacoes-analise-acidentes.    Acesso em 16.jun.2011

 

Harvey, D. Michael. Models for accident investigation, Alberta Workers Health, Safety and Compensation – Canada Occupational Health and Safety Division, 1985. Disponível em: http://www.iprr.org/proj/harvey.html.  Acesso  em 17.ago.2010.

 

Ministério do Trabalho e Emprego, Secretaria de Inspeção do Trabalho. Caminhos da Análise de Acidentes do Trabalho, Brasília, 2003. Disponível em: http://www.mte.gov.br/seg_sau/pub_cne_analise_acidente.pdf.  Acesso em 20.mai.2010.

 

Occupational Safety & Health Administration – OSHA, Accident Investigation. DIsponível em http://www.osha.gov/SLTC/accidentinvestigation/index.html .  Acesso em 18.jul.2010.

 

Occupational Safety & Health Administration – OSHA, Job Hazard Analysis. Disponível em: http://www.osha.gov/Publications/osha3071.html.  Acesso em 18.jul.2010.

The Noordwijk Risk Initiative Foundation, NRI MORT User’s Manual. The Netherlands, 2009. Disponível em: http://nri.eu.com/NRI1.pdf.  Acesso em 15.set.2010.

 

CGE Risk Management Solutions. Knowledge Base – The history of Bowtie. Disponível em http://www.cgerisk.com/. Acesso em 21 de julho de 2015.

 

CGE Risk Management Solutions. BowTieXP software. Version 7.0.8.0.

HADDON JR., W.  The basic strategies for preventing damage from hazards of all kinds. University of Minnesota. Disponível em http://enhs.umn.edu/. Acesso em 21 de julho de 2015.

 

IEC (INTERNATIONAL ELECTROTECHNICAL COMMISSION). IEC/ISO 31010: Risk Management – Risk assessment techniques. Geneva, 2009

Disciplina 4 - 30h, BTA e Controles críticos – Sergio, Reinaldo

Tema 1 – Introdução ao gerenciamento de riscos críticos, terminologia

Tema 2 – Estruturação e planejamento do processo de Gerenciamento de Controles Críticos (GCC)

Tema 3 – Identificação de eventos críticos indesejados

Tema 4 – Preparação e condução dos workshops de Análise Bowtie (BTA)

Tema 5 – Definição de ameaças e consequências

Tema 6 – Identificação de controles e seleção das barreiras críticas

Tema 7 – Fatores de degradação e seus controles

Tema 8 – Verificação do funcionamento dos controles críticos

Tema 9 – Listas de Verificação de Controles Críticos (LVCC), protocolos e auditorias

Tema 10 – Responsabilidades, adequação às unidades

 

Bibliografia

 

AMERICAN INSTITUTE OF CHEMICAL ENGINEERS. Center for Chemical Process Safety. Guidelines for Integrating Management Systems and Metrics to Improve Process Safety Performance. Hoboken, NJ: John Wiley & Sons, 2016. Disponível em: <https://www.aiche.org/ccps/resources/publications/books/guidelines-integrating-management-systems-and-metrics-improve-process-safety-performance >. Acesso em: 16 nov. 2025.

 

AMERICAN INSTITUTE OF CHEMICAL ENGINEERS. Center for Chemical Process Safety. Guidelines for Preventing Human Error in Process Safety. New York: AIChE/CCPS, 1994.   Disponível em: <https://onlinelibrary.wiley.com/doi/book/10.1002/9780470925096 >. Acesso em: 16 nov. 2025.

 

AMERICAN INSTITUTE OF CHEMICAL ENGINEERS. Center for Chemical Process Safety. Essential Practices for Creating, Strengthening, and Sustaining Process Safety Culture. Hoboken, NJ: John Wiley & Sons, 2018. Disponível em: <https://onlinelibrary.wiley.com/doi/book/10.1002/9781119515128 >. Acesso em: 16 nov. 2025.

 

BRITISH STANDARDS INSTITUTION. BS ISO 55000:2024 – Asset Management: Overview, Principles and Terminology. London: BSI, 2024. Disponível em: <https://www.iso.org/standard/83053.html >. Acesso em: 16 nov. 2025.

 

BRITISH STANDARDS INSTITUTION. BS ISO 55001:2024 – Asset Management: Management Systems – Requirements. London: BSI, 2024. Disponível em: <https://www.iso.org/standard/83054.html >.  Acesso em: 16 nov. 2025.

 

CENTER FOR CHEMICAL PROCESS SAFETY. Guidelines for implementing process safety management. New York: American Institute of Chemical Engineers, 2016. Disponível em: < https://onlinelibrary.wiley.com/doi/book/10.1002/9781119243731 >. Acesso em: 16 nov. 2025.

 

CENTER FOR CHEMICAL PROCESS SAFETY. Guidelines for safe process operations and maintenance. New York: American Institute of Chemical Engineers, 1995. Disponível em: <https://onlinelibrary.wiley.com/doi/book/10.1002/9780470938133>. Acesso em: 16 nov. 2025.

 

CENTER FOR CHEMICAL PROCESS SAFETY. Guidelines for investigating process safety incidents. 3. ed. Hoboken, NJ: John Wiley & Sons/AIChE, 2019. Disponível em: <https://www.aiche.org/ccps/resources/publications/books/guidelines-investigating-process-safety-incidents-3rd-edition>.  Acesso em: 16 nov. 2025.

 

FOR CHEMICAL PROCESS SAFETY. Introduction to process safety for undergraduates and engineers. New York: American Institute of Chemical Engineers, 2016. Disponível em: <https://www.aiche.org/ccps/resources/publications/books/introduction-process-safety-undergraduates-and-engineers >. Acesso em: 16 nov. 2025.

 

CENTER FOR CHEMICAL PROCESS SAFETY (CCPS). Guidelines for Process Safety Fundamentals in General Plant Operations. New York: AIChE/CCPS, 1995. Disponível em: <https://www.aiche.org/resources/publications/books/guidelines-process-safety-fundamentals-general-plant-operations >. Acesso em: 16 nov. 2025.

 

HASTINGS, Nicholas Anthony John. Physical Asset Management: With an Introduction to the ISO 55000 Series of Standards. 3. ed. Cham: Springer, 2021. Disponível em: <https://link.springer.com/book/10.1007/978-3-030-62836-9 >. Acesso em: 16 nov. 2025.

INSTITUTO BRASILEIRO DE MINERAÇÃO. Diretrizes para segurança de processo na mineração. Brasília: IBRAM, 2024. Disponível em: <https://ibram.org.br/wp-content/uploads/2025

Disciplina 5 - 30h, Gerenciamento de riscos de processos - Reinaldo

Tema 1 – Riscos de processo (RP), segurança de processo (SP), segurança ocupacional (SO)

Tema 2 – Compromisso com SP, liderança, competências

Tema 3 – Legislação, normas e compliance

Tema 4 – Identificação e avaliação de RP(riscos de processos)  – seleção de ferramentas qualitativas

Tema 5 – Identificação e avaliação de RP – seleção de ferramentas quantitativas

Tema 6 – Gerenciamentos de RP: conhecimentos, mudanças, ativos, emergências

Tema 7 – Monitoramento por indicadores

Tema 8 – Investigação de incidentes de RP

Tema 9 – Auditorias, análise crítica, melhoria da SP (segurança de processos)

Tema 10 – Estruturas de SP (segurança de processos)

 

Bibliografia

 

AMERICAN INSTITUTE OF CHEMICAL ENGINEERS. Center for Chemical Process Safety; ENERGY INSTITUTE. Bow Ties in Risk Management: A Concept Book for Process Safety. Hoboken, NJ: John Wiley & Sons, 2018. Disponível em: <https://onlinelibrary.wiley.com/doi/book/10.1002/9781119490357> . Acesso em: 16 nov. 2025.

 

ENERGY INSTITUTE. Guidance on Human Factors Safety Critical Task Analysis. 2. ed. London: Energy Institute, 2020. Disponível em: <https://www.energyinst.org/technical/publications/topics/human-and-organisational-factors/guidance-on-human-factors-safety-critical-task-analysis >. Acesso em: 16 nov. 2025.

 

ENERGY INSTITUTE. Human Factors Briefing Note No. 6: Safety Critical Procedures. London: Energy Institute, 2011. Disponível em: <https://www.energyinst.org/technical/publications/topics/human-and-organisational-factors/human-factors-briefing-note-no.-6-safety-critical-procedures>.  Acesso em: 16 nov. 2025.

 

HYATT, Nigel. Guidelines for Process Hazards Analysis, Hazards Identification & Risk Analysis. Boca Raton: CRC Press; Dyadem Press, 2003. Disponível em: <https://www.taylorfrancis.com/books/mono/10.1201/9781315220376/guidelines-process-hazards-analysis-pha-hazop-hazards-identification-risk-analysis-nigel-hyatt >. Acesso em: 16 nov. 2025.

 

INTERNATIONAL COUNCIL ON MINING AND METALS (ICMM). Critical Control Management: Implementation Guide. London: ICMM, 2015. 64 p. Disponível em: <https://www.icmm.com/en-gb/guidance/health-safety/2015/ccm-good-practice-guide>. Acesso em: 16 nov. 2025.

 

INTERNATIONAL COUNCIL ON MINING AND METALS (ICMM). Gestión de controles críticos para la salud y la seguridad: guía de buenas prácticas. Londres: ICMM, 2015. 32 p. Disponível em: <https://mineacademy.mx/content/files/2025/07/es-health-and-safety-ccm.pdf>. Acesso em: 16 nov. 2025.

 

INTERNATIONAL COUNCIL ON MINING AND METALS (ICMM). Guía para ejecución de la gestión de los cotroles críticos. Londres: ICMM, 2015. 59 p. Disponível em: <https://pimcore.icmm.com/website/publications/pt/pt-health-and-safety-ccm.pdf>. Acesso em: 16 nov. 2025.

 

INTERNATIONAL COUNCIL ON MINING AND METALS (ICMM). Health and Safety Critical Control Management: Good Practice Guide. London: ICMM, 2015. Disponível em: <https://pimcore.icmm.com/website/publications/pdfs/health-and-safety/2015/guidance_ccm-good-practice.pdf>. Acesso em: 16 nov. 2025.

 

SMITH, E.; KOOP, A.; KING, S. Guidance on Human Factors Critical Task Analysis. London: Energy Institute, [s.d.]. Disponível em: <https://www.icheme.org/media/9267/xxii-paper-54.pdf >. Acesso em: 16 nov. 2025.

 

TAYLOR, R. H.; WEYMAN, A.; CARHART, N.; VOKE, R.; MAY, J. Achieving Greater Resilience to Major Events: Organisational Learning for Safety Risk Management in Complex Environments. London: Energy Institute, 2021. Disponível em: <https://research-information.bris.ac.uk/ws/portalfiles/portal/241798108/Achieving_greater_resilience_to_major_events_Organisational_learning_for_safety_risk_management_in_complex_environments.pdf >.  Acesso em: 16 nov. 2025.

Disciplina 6 - 30h, Aplicações de IA no gerenciamento de riscos, em saúde e segurança – Ana Russo, Sergio, Renata

Tema 1 – Fundamentos de IA aplicados ao gerenciamento de riscos em SST

Conceitos de inteligência artificial, aprendizado de máquina, aprendizado profundo, visão computacional, processamento de linguagem natural e IA generativa. Diferença entre previsão, classificação, detecção, recomendação e geração de conteúdo. Relação com a NR-1, a ISO 31000 e a ISO 45001. Formulação do problema: decisão a apoiar, usuário, unidade de análise, horizonte temporal e consequências dos erros.

Tema 2 –  Dados para IA em segurança e higiene ocupacional

Fontes de dados: inventários de risco, inspeções, narrativas de incidentes e quase acidentes, auditorias, manutenção, indicadores, medições de agentes físicos, químicos e biológicos, imagens, sensores, dispositivos vestíveis e informações de saúde. Qualidade, completude, rotulagem, dados ausentes, classes raras, viés de seleção, vazamento de informação, anonimização, interoperabilidade e rastreabilidade.

Tema 3 – Análise preditiva, indicadores e desempenho de controles

Classificação, regressão, séries temporais e detecção de anomalias. Previsão de gravidade de incidentes, falhas de barreiras, degradação de controles críticos, condições precursoras e exposições elevadas. Indicadores antecedentes e consequentes. Validação temporal e externa; matriz de confusão; sensibilidade, especificidade, precisão, valor preditivo, curvas ROC e precisão-revocação, calibração e custo dos erros. Explicabilidade e limites da inferência causal.

Tema 4 – Tema 4 — IA na identificação de perigos e na análise de riscos

Processamento de linguagem natural e modelos de linguagem para estruturar relatos, classificar causas e fatores contribuintes, identificar sinais recorrentes e apoiar APR/JSA, HAZID, HAZOP, FMEA, Bowtie e registros de riscos. Recuperação aumentada por documentos, ontologias e bases de conhecimento. Limites: alucinações, omissões, falsa precisão, dependência do contexto e necessidade de revisão por especialistas e trabalhadores.

Tema 5  – Visão computacional aplicada à segurança do trabalho

Detecção de pessoas, veículos, EPI, acesso a áreas restritas, proximidade homem-máquina, quedas, posturas e condições inseguras. Concepção do sistema: câmeras, ângulos, iluminação, oclusão, resolução, latência e integração com alertas. Avaliação por cenário e subgrupo; falsos alarmes; privacidade; proporcionalidade; finalidade preventiva; risco de vigilância e de uso punitivo.

Tema 6 –  Sensores, dispositivos vestíveis, IoT e higiene ocupacional inteligente

Monitoramento contínuo ou quase contínuo de poeiras, gases, ruído, vibração, calor e variáveis fisiológicas; fusão de dados e georreferenciamento; smart PPE; integração com ventilação, manutenção e controles críticos; gêmeos digitais como apoio à simulação e à resposta. Calibração, deriva de sensores, incerteza de medição, representatividade da jornada e relação com estratégias formais de avaliação de exposição previstas na NR-9 e em métodos de higiene ocupacional.

Tema 7 — IA em ergonomia, fatores humanos e riscos psicossociais

Reconhecimento de posturas e movimentos; carga física e fadiga; interação humano-automação; confiança, complacência e viés de automação; carga mental e desenho de interfaces. Possibilidades e limites do uso de IA em riscos psicossociais e saúde mental. Princípios de minimização de dados, não discriminação, participação, confidencialidade e proibição de inferências individuais não validadas ou de decisões automatizadas punitivas.

Tema 8 — IA generativa, assistentes e agentes em processos de SST

Aplicações em procedimentos, permissões de trabalho, relatórios, auditorias, treinamentos, comunicação de riscos, síntese de evidências e consulta a bases internas. Engenharia de contexto e de instruções; recuperação aumentada por geração; saídas estruturadas; avaliação e registro de fontes. Riscos de conteúdo incorreto, desatualizado ou inseguro, injeção de prompt, exposição de dados e excesso de confiança. Fluxos com aprovação humana e trilhas de auditoria.

Tema 9 — Governança, ética, privacidade, cibersegurança e garantia de IA

Ciclo de vida do sistema de IA e responsabilidades de quem desenvolve, fornece, implanta, utiliza e supervisiona. Funções Governar, Mapear, Medir e Gerenciar do NIST AI RMF. Sistema de gestão da ISO/IEC 42001, gestão de riscos da ISO/IEC 23894 e avaliação de impacto da ISO/IEC 42005. LGPD, dados sensíveis, decisões automatizadas, segurança da informação, documentação, controle de versões, testes de robustez, auditoria, comunicação de incidentes e critérios de suspensão.

Tema 10 — Projeto de implantação, apresentação e síntese

Do caso de uso ao projeto-piloto: linha de base, usuários, fluxo de decisão, requisitos de dados, critérios de aceitação, validação em ambiente real, integração aos controles existentes, capacitação, participação dos trabalhadores, monitoramento pós-implantação, deriva de modelo, revisão periódica e plano de contingência. Avaliação do valor preventivo, e não apenas da acurácia técnica.

 

Produto da disciplina: projeto piloto

Apresentação do projeto final e revisão por pares. Cada grupo defende a utilidade, a segurança, a viabilidade e as salvaguardas de sua proposta e define uma decisão final: testar, reformular ou não implantar.

Plano de um projeto-piloto de IA em SST, composto por:

  • problema preventivo, processo e decisão que a solução pretende apoiar;
  • usuários, trabalhadores e demais partes afetadas;
  • dados necessários, qualidade, proteção e limitações;
  • modelo ou serviço de IA proposto e alternativa não algorítmica;
  • métricas técnicas, operacionais e de saúde e segurança;
  • riscos da solução, salvaguardas, supervisão humana e critérios de interrupção;
  • plano de validação em ambiente real, monitoramento e revisão.

 

Referências

Normas, legislação e guias

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR ISO 31000: gestão de riscos — diretrizes. Rio de Janeiro: ABNT, 2018. Página oficial da ISO

INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION. ISO 45001:2018: Occupational health and safety management systems — requirements with guidance for use. Geneva: ISO, 2018. Página oficial

INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION. ISO 45003:2021: Occupational health and safety management — psychological health and safety at work — guidelines for managing psychosocial risks. Geneva: ISO, 2021. Página oficial

INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION; INTERNATIONAL ELECTROTECHNICAL COMMISSION. ISO/IEC 22989:2022: Information technology — artificial intelligence — artificial intelligence concepts and terminology. Geneva: ISO, 2022. Página oficial

INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION; INTERNATIONAL ELECTROTECHNICAL COMMISSION. ISO/IEC 23894:2023: Information technology — artificial intelligence — guidance on risk management. Geneva: ISO, 2023. Página oficial

INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION; INTERNATIONAL ELECTROTECHNICAL COMMISSION. ISO/IEC 42001:2023: Information technology — artificial intelligence — management system. Geneva: ISO, 2023. Página oficial

INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION; INTERNATIONAL ELECTROTECHNICAL COMMISSION. ISO/IEC 42005:2025: Information technology — artificial intelligence — AI system impact assessment. Geneva: ISO, 2025. Página oficial

TABASSI, E. Artificial Intelligence Risk Management Framework (AI RMF 1.0). Gaithersburg: National Institute of Standards and Technology, 2023. NIST AI 100-1. DOI: 10.6028/NIST.AI.100-1. Texto oficial

AUTIO, C. et al. Artificial Intelligence Risk Management Framework: Generative Artificial Intelligence Profile. Gaithersburg: National Institute of Standards and Technology, 2024. NIST AI 600-1. DOI: 10.6028/NIST.AI.600-1. Texto oficial

INTERNATIONAL LABOUR ORGANIZATION. Revolutionizing health and safety: the role of AI and digitalization at work: global report. Geneva: ILO, 2025. DOI: 10.54394/KNZE0733. Relatório

WORLD HEALTH ORGANIZATION. Ethics and governance of artificial intelligence for health: WHO guidance. Geneva: WHO, 2021. ISBN 978-92-4-002920-0. Texto oficial

BRASIL. Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018. Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Brasília, DF: Presidência da República, 2018. Texto compilado. Texto oficial

BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora nº 1: disposições gerais e gerenciamento de riscos ocupacionais. Redação vigente desde 26 maio 2026. Brasília, DF: MTE, 2026. Portal da NR-1

BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora nº 9: avaliação e controle das exposições ocupacionais a agentes físicos, químicos e biológicos. Brasília, DF: MTE, 2026. Portal da NR-9

 

Literatura técnico-científica

SHAH, I. A.; MISHRA, S. Artificial intelligence in advancing occupational health and safety: an encapsulation of developments. Journal of Occupational Health, v. 66, n. 1, uiad017, 2024. DOI: 10.1093/joccuh/uiad017. DOI

SARKAR, S.; VINAY, S.; RAJ, R.; MAITI, J.; MITRA, P. Application of optimized machine learning techniques for prediction of occupational accidents. Computers & Operations Research, v. 106, p. 210–224, 2019. DOI: 10.1016/j.cor.2018.02.021. DOI

ISAILOVIC, V.; PEULIC, A.; DJAPAN, M.; SAVKOVIC, M.; VUKICEVIC, A. M. The compliance of head-mounted industrial PPE by using deep learning object detectors. Scientific Reports, v. 12, art. 16347, 2022. DOI: 10.1038/s41598-022-20282-9. DOI

DONISI, L.; CESARELLI, G.; PISANI, N.; PONSIGLIONE, A. M.; RICCIARDI, C.; CAPODAGLIO, E. Wearable sensors and artificial intelligence for physical ergonomics: a systematic review of literature. Diagnostics, v. 12, n. 12, art. 3048, 2022. DOI: 10.3390/diagnostics12123048. DOI

PODGÓRSKI, D.; MAJCHRZYCKA, K.; DĄBROWSKA, A.; GRALEWICZ, G.; OKRASA, M. Towards a conceptual framework of OSH risk management in smart working environments based on smart PPE, ambient intelligence and the Internet of Things technologies. International Journal of Occupational Safety and Ergonomics, v. 23, n. 1, p. 1–20, 2017. DOI: 10.1080/10803548.2016.1214431. DOI

 

 

 

 

 

 

Como fazer minha inscrição e matrícula?

1º Realize a inscrição: preencha o Formulário de Informações Pessoais e Curriculares (FIPC) e nos envie; 

2º Pague a inscrição: faça o pagamento da Taxa de Inscrição no valor de R$ 150,00 (boleto ou pix). 

3ºAnálise do FIPC: As suas informações constantes do FIPC, serão analisadas pela coordenação.

4ºComunicação do Resultado: Você será comunicado por e-mail sobre o resultado da análise do FIPC. Se você for aprovado, será convocado para realizar a sua matrícula.

5ºMatrícula:

5.1 Envio dos documentos: Anexe os seus documentos aqui (Atenção: todos os arquivos deverão ser enviados no formato PDF); e

5.2 Pague a primeira parcela: faça o pagamento da matrícula/primeira parcela (boleto ou pix) e anexe juntamente com os documentos solicitados. 

6º Pronto! Você já é aluno!!

Dúvidas frequentes (FAQ)

Como é discutida a Engenharia de Segurança do Trabalho no curso?

O nosso curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho oferece a você a chance de se destacar nesse campo cada vez mais relevante, fornecendo-lhe as ferramentas necessárias para ajudar a prevenir acidentes nas empresas.

Ao ingressar no nosso curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho, você fará parte de uma comunidade seleta de profissionais dedicados à segurança e higiene ocupacional. Terá a oportunidade de interagir, trocar experiências e soluções com seus colegas, enriquecendo seu aprendizado e ampliando sua rede de contatos.

Certificado de prestígio internacional!

A qualidade dos nossos professores, aliada à excelência acadêmica da USP, assegura que você receberá uma educação de alto nível, respaldada pela autoridade e tradição de uma das melhores instituições de ensino do país.

O mercado de trabalho está cada vez mais exigente e competitivo. Pois esta especialização irá prepará-lo para as demandas futuras, fornecendo-lhe habilidades essenciais, instrumental prático e uma visão atualizada das tendências e desafios da área. Esteja à frente do seu tempo e seja um profissional preparado para enfrentar os desafios do futuro.

Atribuição profissional de um Engenheiro(a) de Segurança do Trabalho!

Único curso de pós-graduação “latu sensu” que lhe possibilita a nova atribuição profissional pelo sistema CONFEA/CREA ou CAUBR/CAU. Como aluno regularmente matriculado e aprovado, você poderá solicitar e receber do CREA/CAU o registro dessa atribuição profissional!

A transformação que esse curso pode provocar em sua vida e carreira é extraordinária. Nossos ex-alunos relatam o surgimento de novas oportunidades de trabalho em áreas antes inexploradas, bem como ascensão profissional em suas carreiras. Muitos deles alcançam posições de destaque, como gerentes e líderes em suas organizações.

Informação importante: nosso curso está sendo oferecido na modalidade à distância (EAD) desde 2005! São 20 anos de história!

Como o curso aborda a questão da Engenharia de Segurança do Trabalho nas empresas?

Este curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho, apresenta como as empresas devem realizar seu trabalho de forma segura e assertiva aumentando os índices de produtividade, focando nas medidas preventivas e corretivas conscientizando o trabalhador a planejar ações adequadas para as questões de segurança, saúde e meio ambiente.

Por que fazer a especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho na USP e quais são os diferenciais do curso?

Sem dúvida um dos grandes diferenciais deste curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho é o seu corpo de professores, composto por docentes da USP, além de professores e profissionais externos, com reconhecida experiência de mercado. Além disso, destaca-se o fato de que as disciplinas, além de respeitar o Perecer MEC/CFE nº 19/87, estão alinhadas com as principais tendências e desafios da área, capacitando os profissionais a aplicarem efetivamente conhecimentos técnicos na prática executiva.

O curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho exige formação específica em alguma área?

Sim, deve ser cursado por Engenheiros(as) e Arquitetos(as) que, conforme legislação vigente, poderão ter o registro profissional de Engenheiro(a) de Segurança do Trabalho.

O que esperar do corpo docente do curso?

O corpo docente desse curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho, tem amplo domínio prático e teórico dos assuntos abordados e, assim como dos outros cursos de especialização da USP, é composto por professores da Universidade de São Paulo (USP) e por profissionais experientes, que são referência no mercado de trabalho.

Há troca de experiências e estudos de casos entre os alunos?

Sim! Os alunos têm a oportunidade de fazer networking com discentes do Brasil, e, eventualmente, de outros países, estabelecendo uma rede estratégica de parceiros que podem ser importantes para o seu sucesso profissional.

Em caso de dúvidas sobre o programa do curso, entre em contato pelo e-mail atendimentost@fdte.com.br

DOCUMENTAÇÃO OBRIGATÓRIA PARA MATRÍCULA

Situação 1 - Sou brasileiro e concluí o curso superior no Brasil

Registro Geral (RG) ou CIN (Carteira Nacional de Identificação). A CNH (física ou digital) também pode ser aceita como documento de identificação, desde que contenha a informação da naturalidade (cidade e estado de nascimento);

Cadastro de Pessoa Física (CPF): A CNH, o RG que conste o número do CPF e a Carteira do Conselho Profissional substituem o CPF;

Diploma de Curso Superior (bacharelado, tecnólogo ou licenciatura) frente e verso, traduzido em uma das seguintes línguas: Português, Inglês ou Espanhol;

Situação 2 - Sou brasileiro, mas concluí o curso superior no exterior*

Registro Geral (RG) ou CIN (Carteira Nacional de Identificação). A CNH (física ou digital) também pode ser aceita como documento de identificação, desde que contenha a informação da naturalidade (cidade e estado de nascimento).

Cadastro de Pessoa Física (CPF): A CNH, o RG que conste o número do CPF e a Carteira do Conselho Profissional substituem o CPF;

Diploma de Curso Superior (bacharelado, tecnólogo ou licenciatura) frente e verso, traduzido em uma das seguintes línguas: Português, Inglês ou Espanhol;

Histórico Escolar Oficial assinado do curso superior;

Conteúdo Programático do curso superior (caso se aplique).

Situação 3 - Não sou brasileiro, mas concluí o curso superior no Brasil

Passaporte, RNE (Registro Nacional de Estrangeiros), RNM (Registro Nacional Migratório). Na falta de um dos documentos, anexar o documento de identidade do seu país;

Diploma de Curso Superior (bacharelado, tecnólogo ou licenciatura) frente e verso, traduzido em uma das seguintes línguas: Português, Inglês ou Espanhol.

Situação 4 - Não sou brasileiro e concluí o curso superior fora do Brasil*

Passaporte, RNE (Registro Nacional de Estrangeiros), RNM (Registro Nacional Migratório). Na falta de um dos documentos, anexar o documento de identidade do seu país;

Diploma de Curso Superior (bacharelado, tecnólogo ou licenciatura) frente e verso, traduzido em uma das seguintes línguas: Português, Inglês ou Espanhol.

Histórico Escolar Oficial assinado do curso superior;

Conteúdo Programático do curso superior (caso se aplique).

* Atenção!! – A análise dos documentos estrangeiros leva até 60 dias. Inicialmente, a secretaria acadêmica em conjunto com a coordenação do curso realizará a equivalência do seu diploma para verificar se atende aos requisitos exigidos pela USP. Após essa etapa, sua documentação será encaminhada para o CCEx, que é o comitê responsável pela avaliação dos seus documentos para admissão no curso. Importante ressaltar que o comitê se reúne apenas uma vez por mês.

Em caso de dúvida, entre em contato pelo e-mail atendimentost@fdte.com.br

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